Tem gente que sabe dizer o que quer escrever,
mas só consegue dizer; tem gente que escreve para o leitor adivinho;
tem aqueles que acham difícil organizar as informações; há ainda os que
escrevem, não convencem, e pensam que o texto ficou ótimo; outros tentam
impressionar com palavras “difíceis”. É... escrever um bom texto não é
fácil. Mas tem gente que aprende a escrever melhor, seja um relatório, projeto, e-mail para tratar de negócios ou um simples bilhete.
terça-feira, 13 de outubro de 2015
PORTIFÓLIO ACRE: Compreenda a Diferença Entre Ética e Moral
Os termos “ética” e “moral” são constantemente utilizados tanto no
dia-a-dia quanto nas provas do Enem, em vários cadernos. Inclusive, já
foi assunto da redação no ano de 2009, com o tema: “O indivíduo frente a ética nacional”.
Afinal, essas palavras são sinônimas? Não! Então vamos ver a diferença entre seus conceitos.
Segundo o filósofo Paul Ricoeur, a ética vem antes da moral e está ligada à liberdade individual. A moral, construída posteriormente, é advinda das leis e normas sociais.
A palavra ética vem do grupo ethos, que possui duas formas de grafias diferentes. Êthos (com eta) significa a casa do homem, a morada, abrigo estável. Éthos (com épsilon) refere-se ao comportamento resultante da repetição constante de um mesmo ato, que se torna um hábito. O ethos, então, designa o lugar (morada do indivíduo) onde hábitos são formados. A palavra latina mores (a qual originou moral) foi uma tradução do grego ethos, o que explica a difícil distinção entre esses conceitos.
Podemos entender que a ética é o costume de um indivíduo frente às suas escolhas individuais realizadas no exercício de sua liberdade. Já moral é o costume que venceu dentro de um contexto social, tornando-se habitual, um consenso que transforma-se em norma. Algumas normas se expressam em forma de leis, adentrando o campo jurídico.
No senso comum, essas palavras se confundem e são utilizadas sem a denotação filosófica adequada. E isso é preocupante porque uma mesma ação pode ser analisada legalmente, socialmente e individualmente. Quando essas áreas são misturadas, a crítica sobre a ação gera diversos problemas.
Um exemplo disso foi o ocorrido no caso dos ataques ao jornal francês Charlie Hebdo no início deste ano. Em um primeiro momento, o mundo parou em apoio ao jornal, em um processo de identificação (Je Suis Charlie = Somos todos Charlie) como solidariedade pelas mortes ocorridas, em nome da liberdade de expressão. Isso ocorreu por uma análise moral, já que é um hábito da sociedade dos países ocidentais a valorização da liberdade de expressão. É muito famosa, inclusive, a frase atribuída a Voltaire: “Posso não concordar com uma palavra que dizes, mas defenderei até a morte o direito de dizê-las”.
Passado o impacto imediato do ocorrido, outras perspectivas ganharam voz na análise do caso, ligadas muito mais à ética, ao pensar o indivíduo. Realmente tudo pode ser dito, mesmo que ofenda o outro? A liberdade de expressão é um valor a priori da construção social? Onde ficam os outros ideais inerentes à democracia como não violência, tolerância, liberdade, igualdade, fraternidade (aceitação da diferença)?
A violência não é justificável, mas pode ser entendida. Afinal, ilustrar (com a bunda para cima!) o profeta de uma religião que tem como preceito não representar com imagens seus líderes religiosos é, no mínimo, intolerante!
Afinal, essas palavras são sinônimas? Não! Então vamos ver a diferença entre seus conceitos.
Segundo o filósofo Paul Ricoeur, a ética vem antes da moral e está ligada à liberdade individual. A moral, construída posteriormente, é advinda das leis e normas sociais.
A palavra ética vem do grupo ethos, que possui duas formas de grafias diferentes. Êthos (com eta) significa a casa do homem, a morada, abrigo estável. Éthos (com épsilon) refere-se ao comportamento resultante da repetição constante de um mesmo ato, que se torna um hábito. O ethos, então, designa o lugar (morada do indivíduo) onde hábitos são formados. A palavra latina mores (a qual originou moral) foi uma tradução do grego ethos, o que explica a difícil distinção entre esses conceitos.
Podemos entender que a ética é o costume de um indivíduo frente às suas escolhas individuais realizadas no exercício de sua liberdade. Já moral é o costume que venceu dentro de um contexto social, tornando-se habitual, um consenso que transforma-se em norma. Algumas normas se expressam em forma de leis, adentrando o campo jurídico.
No senso comum, essas palavras se confundem e são utilizadas sem a denotação filosófica adequada. E isso é preocupante porque uma mesma ação pode ser analisada legalmente, socialmente e individualmente. Quando essas áreas são misturadas, a crítica sobre a ação gera diversos problemas.
Um exemplo disso foi o ocorrido no caso dos ataques ao jornal francês Charlie Hebdo no início deste ano. Em um primeiro momento, o mundo parou em apoio ao jornal, em um processo de identificação (Je Suis Charlie = Somos todos Charlie) como solidariedade pelas mortes ocorridas, em nome da liberdade de expressão. Isso ocorreu por uma análise moral, já que é um hábito da sociedade dos países ocidentais a valorização da liberdade de expressão. É muito famosa, inclusive, a frase atribuída a Voltaire: “Posso não concordar com uma palavra que dizes, mas defenderei até a morte o direito de dizê-las”.
Passado o impacto imediato do ocorrido, outras perspectivas ganharam voz na análise do caso, ligadas muito mais à ética, ao pensar o indivíduo. Realmente tudo pode ser dito, mesmo que ofenda o outro? A liberdade de expressão é um valor a priori da construção social? Onde ficam os outros ideais inerentes à democracia como não violência, tolerância, liberdade, igualdade, fraternidade (aceitação da diferença)?
A violência não é justificável, mas pode ser entendida. Afinal, ilustrar (com a bunda para cima!) o profeta de uma religião que tem como preceito não representar com imagens seus líderes religiosos é, no mínimo, intolerante!
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
Muitos portfólios são maravilhosos, cheios de talento, mas na hora de contatar… cadê?
Para
a maioria dos profissionais de hoje em dia, apenas um bom currículo
basta. Mas para nós, publicitários, designers, fotógrafos, ilustradores,
qualquer profissional relacionado a criação, é necessário um bom
portfólio. E para se destacar entre os milhares que existem, é fundamental saber as regras básicas.
Com as facilidades e recursos que existem hoje ficou bem mais fácil divulgar seus trabalhos,
como por exemplo exposição no flickr, behance, e até mesmo facebook.
Concordo que é bem legal ter esse tipo de divulgação, mas nada é mais importante que ter sua própria página pessoal com seu portfólio, sendo um site ou blog. Além de ter uma maior valorização, a maioria dos clientesconhecem os designers pela web.
Legal! Agora vem a parte importante… como fazer com que esse portfólio brilhe nos olhos de quem vê! Vamos ás dicas!
1) Separe os bons dos “não tão bons”.
Eu
sei que todos jobs são seus filhos queridos, que você criou com tanto
carinho e quer que todos vejam que lindos eles se tornaram. PARE POR AÍ. Ninguém gosta de entrar em site/blog e ser atolado com centenas de projetos. Primeiro que a pessoa não vai saber pra qual olhar, e nem saber qual é mais relevante ou não.
Então saiba separar seus melhores filhos e poste somente eles. A maioria dos clientes prefere verpoucos mas os melhores trabalhos do profissional.
Dica: Atualize seus projetos, não deixe trabalhos velhos, feitos anos atrás. Somente se ele valer muito a pena ser mostrado!
2) Ou um, ou outro.
Separe
seus trabalhos profissionais dos pessoais. Clientes geralmente são
meios chatos quanto a isso. Caso você não tenha muitos trabalhos
profissionais, faça um portfólio para somente os pessoais. E outro para somente os profissionais. E especificando o máximo possível qual foi seu papel no projeto postado.
Por exemplo: Você
trabalha em uma agência ou estúdio onde todos colaboraram com o
projeto. Quando for divulgar se lembre de colocar todos que participaram
e qual foi a função de cada um. Isso é muito importante para não ter problemas futuros.
3) Processo de criação
É bem válido você descrever como foi seu processo de criação em cada projeto, o cliente valoriza muito isso. Além de mostrar que você tem talento para a coisa, mostra também que você sabe exatamente o por que você fez aquilo, como interpretou o briefing e chegou nesse resultado.
4) Imagem, imagem e…imagem.
Tá legal, você é um designer e quer mostrar o que sabe fazer logo de cara. Então faça uma boa galeria de imagens… imagem chama mais a atenção e a curiosidade! Pode ser simples, mas que seja direta, mostre somente imagens e talvez
um pequeno texto. E caso o cliente se interesse e queira saber mais a
fundo, tenha algo mais explicativo sobre o tal processo de criação.
Veja exemplos bem legais de galeria:
5) Dê o que o cliente quer.
Você está prestes a concorrer por uma vaga ou freela, então nada melhor que concorrer saindo na frente. Coloque na frente todos projetos relacionados ao que o cliente ou agência procura, facilite a vida dele e a sua. Impressione ele logo de cara com clareza e rapidez, não deixando dúvidas do que você sabe e consegue fazer.
6) Quem é você?
Tenha uma página, ou mesmo um cantinho, que diga a respeito do profissional que você é:
formação, cursos, prêmios, clientes. Podemos dizer que é um mini
currículo, mas bem mais simples e objetivo. O mais importante é contar
em quais coisas você é bom, suas habilidades, pode ficar a vontade e soltar a lingua.
7) Contato
Por último e não menos importante, o contato! Muitos portfólios são maravilhosos, cheios de talento, mas na hora de contatar… cadê? O profissional se esquece dessa super importante parte, colocar um e-mail, telefone, celular, bip, qualquer coisa!
Dica: Ao escrever seu e-mail, deixe de um modo que a pessoa possa sublinhar, dar um control+C e control+V!! É realmente irritante aquele endereço de e-mail ser uma imagem e ter que ficar copiando letra por letra. Alguns até desistem.
PORTIFOLIO ACRE: Depoimento
''Estou acompanhando o andamento do trabalho e estou bastante satisfeito
com o que venho vendo até aqui. A equipe do site mostrou-se bastante
comprometida e até agora vem cumprindo os prazos certinho"
Junior Barros
Junior Barros
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Comecei um Trabalho da Faculdade: E Agora?
Começar a fazer um trabalho de faculdade você geralmente enfrenta a mesma rotina. Liga o computador, abre o Words, escreve o título do trabalho e depois passa as próximas 6 horas checando o Facebook, abrindo a geladeira, ligando a tv, tocando violão e brincando com o cachorro. Não se desespere. Você não está sozinho, na verdade a maioria dos seus colegas de classe também não sabem como fazer um trabalho de faculdade eficientemente e passam pela mesma rotina.
Contudo existem estratégias simples e práticas que vão lhe ajudar não apenas a começar a fazer seu trabalho, mas também lhe garantirão uma boa nota no seu próximo trabalho da faculdade.Como Fazer um Trabalho de Faculdade
Como Fazer um Trabalho de Faculdade.
O Já Sabia preparou algumas estratégias simples que vão colocar seu cérebro pra funcionar, te tirarão da inércia e farão você fazer o melhor trabalho de sua vida. Siga as estratégias abaixo e bom trabalho.Entenda O que foi Pedido
O entendimento da questão é fundamental para que seu trabalho seja bem sucedido. Se você tiver um melhor entendimento da questão poderá respondê-la de uma forma melhor e mais clara. A compreensão da pergunta é primeiro requisito da solução. Se a questão lhe é confusa, então a sua resposta provavelmente Não será adequada. Se você tiver dúvidas sobre o que foi pedido consulte outros alunos e o professor.Organize o Trabalho.
Todo trabalho possui um documento explicativo com os detalhes do que se espera daquele trabalho. Enumere por ordem de importância o que você precisa para o trabalho.Por exemplo:
Trabalho de Publicidade: Fale sobre a influência dos anúncios em mídia online como a internet nos últimos dez anos e o que este novo modelo de propaganda representou para o consumidor, para o anunciante e para as agências de publicidade.
- Para este trabalho você precisaria
- Pesquisas relacionadas ao crescimento da internet nos últimos anos.
- Livros acadêmicos sobre mídias digitais (geralmente sugeridos pelo professor)
- Artigos específicos do setor.
- Estatísticas relacionadas
Planeje com antecedência
Qualquer trabalho de faculdade exige bastante pesquisa e muitos materiais como livros, textos e comentários. Se possível planeje com antecedência para que possa retirar os livros na biblioteca, separar o material necessário e não precise fazer tudo às pressas depois correndo o risco de perder mais tempo e gastar mais.Faça o trabalho aos poucos.
Uma dica excelente para fazer um trabalho acadêmico é tratá-lo como se fosse um emprego. Prepare-horário fixo para estudar e fazer seu trabalho e não se deixe distrair por qualquer coisa durante esse tempo que estiver estudando. É mais fácil fazer um trabalho de faculdade um pouco todo dia do que tentar fazer tudo de uma só vez.Você será mais produtivo e seu trabalho ficará pronto mais rápido e com mais qualidade.Peça Ajuda de Outros Alunos
Provavelmente outros alunos de sua faculdade estarão fazendo o mesmo trabalho que você. Por que não se juntar a eles para que possam trocar idéias? Se possível tente formar um grupo de estudo. A vantagem de se reunir com os colegas é que vocês podem motivar uns aos outros, e ajudar a esclarecer pontos que você ou outros não entendem.Argumente
Planeje um argumento para o que foi pedido. Um passo importante para escrever um trabalho de faculdade é planejar um argumento para que a idéia se desenvolva. Escreva as idéias de argumentação que surgem. Estes argumentos vão se aprimorando a medida que você vai fazendo o trabalho. Não se esqueça de anotar cada novo argumento que você tiver.Evite o pânico
A menos que você é uma daquelas raras pessoas que funciona melhor sob pressão, fazer o trabalho em cima da hora só vai deixá-lo mais estressado e dominuir a qualidade do seu trabalho. Faça tudo antecipadamente, se organize e anote as datas em que precisa entregar o trabalho.Conheça o Seu Estilo de Estudo
Uma dica de estudo que é frequentemente esquecido é saber como você consegue estudar e aprender melhor. Pode ser que você consiga aprender melhor através de livros, ou quem sabe seu método de estudo e desenvolvimento de um trabalho universitário envolve mais recursos audio visuais.Descubra seu estilo de estudo e passe a respeitar a maneira com que você desenvolve suas idéias.Ambiente
Ter um ambiente adequado para estudar é essencial se você quiser entregar um trabalho de faculdade de qualidade. A maioria de nós precisa ambiente calmo para poder se concentrar. Encontre um canto tranqüilo da biblioteca ou uma sala vazia, ou se preferir vá à um café.Não Copie nem Compre Trabalhos de Faculdade
Comprar trabalhos de faculdade pode acabar anulando sua matrícula e lhe impedindo de se formar. Ao usar informações de outras pessoas sempre referencie adequadamente em seu trabalho de faculdade.Usando estas dicas de como fazer um trabalho acadêmico você não apenas vai entregar um trabalho de qualidade, mas também irá aprender e assimilar melhor as informações enquanto estuda. Bom trabalho
PORTIFOLIO ACRE: Trabalho escolar
Trabalho escolar. Essa expressão cria
pânico no mais inteligente dos seres. Mas se você aprender a forma
correta de se produzir um bom trabalho, vai achar bem fácil nas próximas
vezes em que o professor pedir um texto mais elaborado.
Delimitado o tema, é hora de procurar fontes diversas que expressem as diferentes abordagens e opiniões dos autores. Isto sim vai fazer diferença no seu trabalho, pois vai provar que você pesquisou bastante antes de fazer o texto. Ao ler os livros, vá fazendo um resumo com as principais idéias do texto. Ao final da pesquisa você terá todo o material necessário para escrever um texto de sua total autoria, ou seja, sem cópia.
Um bom texto é um texto autêntico, sem reproduções, salvo aquelas que são citadas entre aspas nos casos de fala muito relevante. A ortografia é imprescindível, e com a popularização do computador, são poucos os professores que aceitam erros ortográficos e gramaticais nos trabalhos, pois os editores de texto fazem correções automaticamente. Para ter a certeza de que o seu texto está claro, peça para que alguém o leia e pergunte se as idéias estão concisas e objetivas.
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